Celso Athayde inicia ofensiva de investimentos em Angola com até 300 mil hectares em negociação

Celso Athayde embarca nesta quarta-feira para Angola com uma agenda que combina escala, capital e decisão política. Serão seis províncias visitadas em sete dias, com reuniões estratégicas e negoc demonstratedas em torno do ativo mais sensível do país: terra.

A pauta é objetiva. Terra para criação de gado e suínos. Terra para plantio de soja. Terra para moradia. Terra como base para transformar projetos em negócios.

O movimento não é pontual. Vem sendo construído desde o início de 2025, quando Celso Athayde levou a Angola empresários do entretenimento, da telefonia, do agronegócio, do seguro e da saúde. Setores que raramente se sentam juntos, mas que aqui convergem em torno de uma agenda comum de investimento.

Desde então, foram encontros, negociações e idas e vindas. Conversas com fundos, articulação com o governo e, por fim, a reunião com o presidente de Angola, João Lourenço. O processo contou com o apoio do vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, e com a articulação da ApexBrasil, sob liderança de Jorge Viana.

Agora começa a fase mais concreta. Já estão garantidos 100 mil hectares, o equivalente a três vezes o tamanho de Belo Horizonte. A expectativa é alcançar 300 mil hectares até fevereiro.

A partir desta quarta-feira, a Favela & Cia acompanha, com exclusividade, os sete dias de visitas em Angola. O leitor terá acesso ao dia a dia da agenda, às reuniões, aos bastidores, aos caminhos escolhidos e às assinaturas de contratos.

Do embarque ao retorno, previsto para o dia 28, a Favela & Cia estará ao lado de Celso Athayde em Angola.

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